Uma postagem rapida de um texto ja escrito tempos atras... aqui no PC de onde estou nao tem como acentuar as coisas hehe. Alias, apesar da viagem, estou aqui pensando muito em Patricia... como nunca desde do fim eu diria... tao dificil querido leitores! Obrigado pelas visitas!!
Quando voltarmos vou seguir quase que uma receita, digo quase pois nenhum namoro é um bolo, e mesmo receitas de bolos podem gerar bolos diferentes quando feitos em dias diferentes! Diria que é então uma cartilha, um manual com ações e regras importantes para seguir e ter um bom resultado, mas as vezes sair um pouco dele será bom, porém sair muito dele será ruim, não voltar para ele seria desastroso.
Primeiro de tudo, uma das coisas que considero mais importante - Ir visistar Patricia na cidade em que ela estudo PELO MENOS a cada 15 dias. Duas vezes ao mês preciso passar o fim de semana com ela, na cidade DELA. Os outros fins de semanas podemos passar ou na cidade em que eu estudo ou na cidade em que nascemos e temos nossas famílias.
Segundo passo - Dedicar mais tempo a ela do que para meus amigos. Meus amigos vão ter namoradas também, e vão dedicar tempo o suficiente para elas, sei que no futuro vamos nos afastar, cada um terá sua vida, e minha vida será com Patricia, ela será muito mais que minha amiga e companheira, será minha mulher, nada mais justo que dedicar mais tempo a ela.
Terceiro - Estabelecer uma boa/ótima relação com a família dela. Não que antes eu nao desejasse isso, porém talvez não tivesse me esforçado tanto quanto agora quero. Agradar a sogra e o sogro é o mínimo, mas não devo parar, o mínimo na verdade deve ser as tias delas ( e acredite, são muitas!) e os tios.Outro alvo importante é o irmão!
Quarto - Planejar viagens. Sei que este tópico é complicado, pois envolve dinheiro, disponibilidade e algo ainda mais complicado, que são os pais de Patricia autorizarem. Apesar dela ter quase 21 anos os pais dela ainda a protegem muito, mas acredito que ao concretizar o passo 3, e um pouco de conversa, será possível transpor essa barreira. Planejamento e envolvimento farão o quarto passo um sucesso.
Quinto - Romantismo. É essencial não é mesmo ? Não aquele sufocante, mas apaixonante. Devo ter um plano para cada vez que for para a cidade dela. Não precisa ser mirabolante, mas precisa haver um plano. O mesmo vale para outras semanas, diria que a cada 15 dias preciso inventar algo novo, talvez minhas idéias acabem, talvez eu passe 1 mês sem novidades, mas ai saberei que estarei longe desta cartilha e devo então usar a cabeça, pesquisar, inventar!
Sexto - Afastar as pessoas que ela não goste. Apesar de certa tensão ser importante, alguns tipos de tensão são dispensáveis. Como já disse aqui caro leitor, o motivo do fim tem a ver com algumas meninas do trabalho que davam em cima de mim. Mas eu deixei aquilo se transformar em algo sem controle, agora não posso deixar isso acontecer. Devo eliminar as ameaças, mas manter alguma tensão, longe o suficiente para não ser algo para se preocupar.
Sétimo - Ser mais calmo. E nisso tenho trabalhado desde que o namoro chegou ao fim. As vezes me estressava por besteira, não valia a pena. Tenho que ter a cabeça mais no lugar, e já tenho, respirar, parar, não explodir. Não quero isso. Me dói muito quando lembro da cena de eu gritar com ela e ela chorar. Me dói muito de verdade, queria poder corrigir aquilo, não ter feito ela chorar. Desculpe o sentimentalismo aqui caro leitor, mas quero ela de volta e cuidar muito bem dela.
Oitavo - Não deixar nenhum dos outros se perder pelo caminho. O nome desse passo é simples, envolvimento e comprometimento. Sem essas duas coisas nada fará sentido. Gosto daquele filme “Como se fosse a primeira vez” e quando namoramos diversas vezes eu citei para Patricia que faria de tudo para que sentíssemos daquele jeito, porém em algum momento no meio dos 3 anos, ficou perdido. Não, não mais, agora que provei o amargo gosto de perder, não posso errar novamente.
Por fim para coroar tudo isso lhes prometo uma coisa prezado leitor. Em quase 3 anos de namoro eu e Patricia nunca usamos aliança de compromisso, nossas conversas sobre este tema eram rápidas e práticas: Não precisamos. Porém agora para corar tudo isso, prometo-lhes, 1 mês após a volta, colocarei uma aliança naquele dedo.
domingo, 23 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
O sorriso
A história entre mim e Patricia começou de um jeito peculiar. Se você prezado leitor já viajou um pouco neste blog, sabe como foi o primeiro beijo, e o processo até chegar nele. Rapidamente disse naquela oportunidade que nos conhecemos pela internet, foi com um scrap rápido no Orkut que o contato começou, um simples “ (: “ .
Eu e Patricia sempre conversamos sobre este pequeno sorriso, era muito engraçado ele ter de certo modo, nos unido. Não tenho dúvidas, e nem ela, que este é um grande símbolo do nosso namoro, o sorriso de carinha invertida. Quando um mandava para o outro em uma mensagem, ele não era apenas um smile, era uma outra mensagem, que dizia algo bem parecido como “está tudo bem comigo, porquê estou falando com você, eu te amo, meu amor”! Pode não ser exatamente isso, alguns sentimentos são muito complicados em colocar em palavras, simplesmente não da para transmitir, mas sei, que se vocês perguntarem para Patricia como ela ve este smile, ela irá dizer, que é de um modo especial, que não é um simples smile.
É engraçado ver quando ela o usa, agora que estamos separados. Ela ainda o usa comigo, e parece dizer tudo aquilo que disse acima. Quando ela está com um problema então, e eu converso um pouquinho com ela, e tudo passa a ficar mais claro, la vem o sorrisinho, e sei que agora sim, agora ela está bem.
Imagino se ela usa esse sorrisinho em conversas e mensagens com outros garotos. Claro que usa, como não usaria, já está acostumada. Mas também acredito que ela quer sintetizar muitos sentimentos nele, não os mesmos que sintetiza entra a gente, sem dúvida, com eles há algum outro significado, ou pode ser também só mistério. Vamos combinar prezado leitor, quando alguém não responde sua resposta diretamente e lhe envia apenas um “ (: “, a pessoa ganha um status de misteriosidade imensa, o que ela gostaria dizer que não disse? Vê como um simples sorriso pode sintetizar muitas coisas?
Mas o que realmente me mata é quando ela usa no nick no msn ou manda alguma coisa no Facebook com ele. Eu, erroneamente, associo a mim. Durante quase 3 anos ela só usava esse sorriso para mim, comigo!! Fico ali, olho o que está escrito, bolo qualquer maluquice, sei que não é pra mim, considero traição, como pode não ser pra mim? Aquele sorriso é nosso! Só nosso! Que egoísmo o meu, aquele sorriso é dela, é meu, mas não nosso, não agora. Mas devo admitir, gosto mais quando ela usa outros sorrisos, como “ :D “, “ ;D “ ou mesmo “ :) “ que seria a inversão daquele. Prefiro porquê são novos, e nunca pertenceram a mim e ela.
Se você até aqui leitor, não mergulhou na minha história com Patricia, acha tudo isso uma grande besteira, um texto sem fundo e vazio, adolescente patético, saiba você, que lê isso por nada, que talvez vazio seja você. Você nunca amou ? Se não, vou entender. Se amou, nunca teve algo assim com essa pessoa, algo besta, sem importância, para todos, menos para você, um sinal, só de vocês. Se não, arrisco cuspir na sua cara, você não amou.
Não quero aqui definir amor, quero te provocar e dizer que amor tem a ver com isso, com bobeiras!
E você, tem algo só de vocês ?Já teve ? Um sinal ? Uma bobeira ? (:
Eu e Patricia sempre conversamos sobre este pequeno sorriso, era muito engraçado ele ter de certo modo, nos unido. Não tenho dúvidas, e nem ela, que este é um grande símbolo do nosso namoro, o sorriso de carinha invertida. Quando um mandava para o outro em uma mensagem, ele não era apenas um smile, era uma outra mensagem, que dizia algo bem parecido como “está tudo bem comigo, porquê estou falando com você, eu te amo, meu amor”! Pode não ser exatamente isso, alguns sentimentos são muito complicados em colocar em palavras, simplesmente não da para transmitir, mas sei, que se vocês perguntarem para Patricia como ela ve este smile, ela irá dizer, que é de um modo especial, que não é um simples smile.
É engraçado ver quando ela o usa, agora que estamos separados. Ela ainda o usa comigo, e parece dizer tudo aquilo que disse acima. Quando ela está com um problema então, e eu converso um pouquinho com ela, e tudo passa a ficar mais claro, la vem o sorrisinho, e sei que agora sim, agora ela está bem.
Imagino se ela usa esse sorrisinho em conversas e mensagens com outros garotos. Claro que usa, como não usaria, já está acostumada. Mas também acredito que ela quer sintetizar muitos sentimentos nele, não os mesmos que sintetiza entra a gente, sem dúvida, com eles há algum outro significado, ou pode ser também só mistério. Vamos combinar prezado leitor, quando alguém não responde sua resposta diretamente e lhe envia apenas um “ (: “, a pessoa ganha um status de misteriosidade imensa, o que ela gostaria dizer que não disse? Vê como um simples sorriso pode sintetizar muitas coisas?
Mas o que realmente me mata é quando ela usa no nick no msn ou manda alguma coisa no Facebook com ele. Eu, erroneamente, associo a mim. Durante quase 3 anos ela só usava esse sorriso para mim, comigo!! Fico ali, olho o que está escrito, bolo qualquer maluquice, sei que não é pra mim, considero traição, como pode não ser pra mim? Aquele sorriso é nosso! Só nosso! Que egoísmo o meu, aquele sorriso é dela, é meu, mas não nosso, não agora. Mas devo admitir, gosto mais quando ela usa outros sorrisos, como “ :D “, “ ;D “ ou mesmo “ :) “ que seria a inversão daquele. Prefiro porquê são novos, e nunca pertenceram a mim e ela.
Se você até aqui leitor, não mergulhou na minha história com Patricia, acha tudo isso uma grande besteira, um texto sem fundo e vazio, adolescente patético, saiba você, que lê isso por nada, que talvez vazio seja você. Você nunca amou ? Se não, vou entender. Se amou, nunca teve algo assim com essa pessoa, algo besta, sem importância, para todos, menos para você, um sinal, só de vocês. Se não, arrisco cuspir na sua cara, você não amou.
Não quero aqui definir amor, quero te provocar e dizer que amor tem a ver com isso, com bobeiras!
E você, tem algo só de vocês ?Já teve ? Um sinal ? Uma bobeira ? (:
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Até que a morte os separe?
Vou começar diferente hoje, não vou falar de Lucas e Patricia. Quero falar de outro casal, um casal que eu nem mesmo conheci, mas li sobre eles ontem. Vou reproduzir parcialmente aqui, quem quiser ler por completo veja aqui por favor ( http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/10/19/junto-ha-72-anos-casal-americano-morre-de-maos-dadas.jhtm ).
Um casal do Estado de Iowa, nos Estados Unidos, que viveu junto durante 72 anos, morreu de mãos dadas em um hospital na semana passada, com um intervalo de apenas uma hora. Norma Stock, 90 anos, e Gordon Yeager, 94, casaram-se em 1939 e tiveram quatro filhos.”
Qual a chance disso acontecer comigo ? Não quero saber a chance disso acontecer, quero saber se pode acontecer comigo. Quão brega é eu desejar isso ? Ninguém mais parece querer um amor eterno, os contos de fadas são bregas, todos os lançamentos da Disney incluem “sluts” (o inglês aqui pareceu suavizar, melhor do que eu lançar um “vadia”).Todos, aparentemente, só querem “curtir”.
Mas o pior de tudo é que as pessoas NÃO QUEREM ISSO. Elas querem sim se apaixonar, amar sim! Ter um amor tipo esses, de morrer de mãos dadas. Existe alguma barreira mental e social que impedem as pessoas de se amarem, de ficarem juntas. Uma hipocrisia escatológica, uma ideologia baixa e vendida de graça aos desavisados. Você quer mesmo viver sozinho, quer mesmo ser para sempre solteiro ? Quer mesmo nunca ter filhos? Não quer casar? Não agora? Qual o problema em se apaixonar agora? Qual o problema de ficar com alguém, pra sempre, agora!
O problema é que alguem disse, e você aceitou, que está na idade de “aproveitar”. Só não te disseram o que você tem que aproveitar, você que criou essas fantasias, de diversão e festa, nada de compromisso, ao olhar para seus amigos e amigas desavisados, pobres coitados que nunca tiveram a maravilhosa oportunidade de terem alguém realmente especial. Porquê você não pode aproveitar ao lado de uma pessoa? Companheiros, inseparáveis, de aventuras, de amores, uma dupla dinâmica, risadas, exageros e segurança, tudo em um só lugar. Isso também é aproveitar!
Patricia era tudo isso. Só faltava nós termos um anel e gritar “Super gêmeos, ativar!”
Gostaria muito que isso acontecesse comigo, uma companheira para vida toda, que minha história estampasse um portal de notícias qualquer daqui 80 anos. Ou que ficasse no anonimato, e ensinasse pelo menos nossos filhos, que é sim possível viver a vida inteira com a mesma pessoa, e ainda assim ama-la, ainda assim no leito de morte dar as mãos e, segurar, segurar a última queda do seu amor. Não será de bebida, não será de emoção, nem mesmo de dor. Será a eternidade.
Diz a história do Zodíaco que os signos evoluem aos poucos, o último estágio de evolução seria então, Peixes. Eu e Patricia somos piscianos. Dizem também que o pisciano ao morrer, não retorna na próxima casa do Zodíaco,afinal já está na última, porém torna-se uma estrela. Certa vez disse a Patricia, que quando eu me tornasse estrela, tudo que eu queria era ficar perto dela, para que pudéssemos assim ficar juntos para toda a eternidade.
Repito, quão brega é isso ? Ela não achou nada brega, me beijou, e nem mesmo sei se ela ainda lembra que disse isso um dia.
Sabe, não sei se minha história será como a desse casal. Só quero mesmo uma constelação do lado de Patricia.
Um casal do Estado de Iowa, nos Estados Unidos, que viveu junto durante 72 anos, morreu de mãos dadas em um hospital na semana passada, com um intervalo de apenas uma hora. Norma Stock, 90 anos, e Gordon Yeager, 94, casaram-se em 1939 e tiveram quatro filhos.”
Qual a chance disso acontecer comigo ? Não quero saber a chance disso acontecer, quero saber se pode acontecer comigo. Quão brega é eu desejar isso ? Ninguém mais parece querer um amor eterno, os contos de fadas são bregas, todos os lançamentos da Disney incluem “sluts” (o inglês aqui pareceu suavizar, melhor do que eu lançar um “vadia”).Todos, aparentemente, só querem “curtir”.
Mas o pior de tudo é que as pessoas NÃO QUEREM ISSO. Elas querem sim se apaixonar, amar sim! Ter um amor tipo esses, de morrer de mãos dadas. Existe alguma barreira mental e social que impedem as pessoas de se amarem, de ficarem juntas. Uma hipocrisia escatológica, uma ideologia baixa e vendida de graça aos desavisados. Você quer mesmo viver sozinho, quer mesmo ser para sempre solteiro ? Quer mesmo nunca ter filhos? Não quer casar? Não agora? Qual o problema em se apaixonar agora? Qual o problema de ficar com alguém, pra sempre, agora!
O problema é que alguem disse, e você aceitou, que está na idade de “aproveitar”. Só não te disseram o que você tem que aproveitar, você que criou essas fantasias, de diversão e festa, nada de compromisso, ao olhar para seus amigos e amigas desavisados, pobres coitados que nunca tiveram a maravilhosa oportunidade de terem alguém realmente especial. Porquê você não pode aproveitar ao lado de uma pessoa? Companheiros, inseparáveis, de aventuras, de amores, uma dupla dinâmica, risadas, exageros e segurança, tudo em um só lugar. Isso também é aproveitar!
Patricia era tudo isso. Só faltava nós termos um anel e gritar “Super gêmeos, ativar!”
Gostaria muito que isso acontecesse comigo, uma companheira para vida toda, que minha história estampasse um portal de notícias qualquer daqui 80 anos. Ou que ficasse no anonimato, e ensinasse pelo menos nossos filhos, que é sim possível viver a vida inteira com a mesma pessoa, e ainda assim ama-la, ainda assim no leito de morte dar as mãos e, segurar, segurar a última queda do seu amor. Não será de bebida, não será de emoção, nem mesmo de dor. Será a eternidade.
Diz a história do Zodíaco que os signos evoluem aos poucos, o último estágio de evolução seria então, Peixes. Eu e Patricia somos piscianos. Dizem também que o pisciano ao morrer, não retorna na próxima casa do Zodíaco,afinal já está na última, porém torna-se uma estrela. Certa vez disse a Patricia, que quando eu me tornasse estrela, tudo que eu queria era ficar perto dela, para que pudéssemos assim ficar juntos para toda a eternidade.
Repito, quão brega é isso ? Ela não achou nada brega, me beijou, e nem mesmo sei se ela ainda lembra que disse isso um dia.
Sabe, não sei se minha história será como a desse casal. Só quero mesmo uma constelação do lado de Patricia.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Estranha sensação
Dizem que temos um sexto sentido para algumas coisas. Que podemos sentir quando coisas boas vão acontecer, e o mesmo vale para coisas ruins. As vezes ele acerta, as vezes ele erra, dizem que o feminino é melhor para o masculino, mas será que da para se guiar por ele ?
Diria que no meu caso com Patricia sim. A medida que o tempo passa, mais eu tenho certeza que sei exatamente o que ela sente no momento que está sentindo. Poderia passar dias dando exemplos, desde quando namorávamos, depois quando veio o fim, e sobre tudo que veio depois. Mas os fatos recentes são mais interessantes! Na verdade quero só falar do dia de ontem, que foi quando essa história de sentir o que ela sente ficou bem evidente.
Não mandei mensagem no celular dela, como fiz segunda de manhã, quando ela estava passando mal (e eu também). Sabia que o dia de Patricia estava sendo ótimo, e eu seria a última coisa que ela colocaria na cabeça. Perto das 11 horas ela veio falar comigo no msn. Sei que veio só para jogar qualquer conversa fora, deveria estar entediada com algo e queria conversar, pois assim eu me sentia nesse momento também. Passou o dia ela me mandou uma mensagem qualquer no celular só para me pedir umas informações, e digo que em nenhum momento do dia esperei mensagem, ou qualquer coisa do tipo, sabia a todo momento que ela estava com a cabeça ocupada, assim como eu estava.
Mais a noite na internet ela estava la, online, e eu também sabia que ela estava tranquila, sem pensar em nada muito importante, talvez na verdade até estivesse pensando em seus casinhos, mas definitivamente não em mim. Mas fui teimoso e fui falar com ela. Uma conversa simples, seca, enxuta, com poucas risadas. Não muito nosso típico. Mas eu também sabia disso, fui puxar conversa sem ter uma conversa, nem eu mesmo queria conversar talvez, também estaria com minha cabeça em outro lugar.
É por este motivo que eu sei que devemos fazer aquilo que temos vontade, esse é um dos casos que justamente NÃO TEMOS VONTADE de ir falar com a pessoa, mas por algum motivo vamos lá, e o resultado só poderia ter sido aquele, uma conversa sem fundo, que não nos levou a lugar nenhum, que não a fez rir, que não mudou o jeito que ela me vê. Uma conversa sem fundamento, sem sentimento, com um tchau rápido.
As vezes é melhor a gente ficar na nossa, sabemos la no fundo a hora de agir, não é preciso forçar as coisas. Sinto então que este momento chegou novamente, o momento em que eu espero ela vir falar comigo, e hoje, exclusivamente, irei ignorá-la. Irei criar uma conversa onde eu estou ocupado demais e com pouco tempo para a conversa fora que ela irá jogar, falarei qualquer coisa só para responder e tchau, não quero falar com você, não hoje, não preciso de você!!
Engraçado, sempre que planejo isso, ela não vem falar comigo, acho que ela sente o que eu sinto.
Diria que no meu caso com Patricia sim. A medida que o tempo passa, mais eu tenho certeza que sei exatamente o que ela sente no momento que está sentindo. Poderia passar dias dando exemplos, desde quando namorávamos, depois quando veio o fim, e sobre tudo que veio depois. Mas os fatos recentes são mais interessantes! Na verdade quero só falar do dia de ontem, que foi quando essa história de sentir o que ela sente ficou bem evidente.
Não mandei mensagem no celular dela, como fiz segunda de manhã, quando ela estava passando mal (e eu também). Sabia que o dia de Patricia estava sendo ótimo, e eu seria a última coisa que ela colocaria na cabeça. Perto das 11 horas ela veio falar comigo no msn. Sei que veio só para jogar qualquer conversa fora, deveria estar entediada com algo e queria conversar, pois assim eu me sentia nesse momento também. Passou o dia ela me mandou uma mensagem qualquer no celular só para me pedir umas informações, e digo que em nenhum momento do dia esperei mensagem, ou qualquer coisa do tipo, sabia a todo momento que ela estava com a cabeça ocupada, assim como eu estava.
Mais a noite na internet ela estava la, online, e eu também sabia que ela estava tranquila, sem pensar em nada muito importante, talvez na verdade até estivesse pensando em seus casinhos, mas definitivamente não em mim. Mas fui teimoso e fui falar com ela. Uma conversa simples, seca, enxuta, com poucas risadas. Não muito nosso típico. Mas eu também sabia disso, fui puxar conversa sem ter uma conversa, nem eu mesmo queria conversar talvez, também estaria com minha cabeça em outro lugar.
É por este motivo que eu sei que devemos fazer aquilo que temos vontade, esse é um dos casos que justamente NÃO TEMOS VONTADE de ir falar com a pessoa, mas por algum motivo vamos lá, e o resultado só poderia ter sido aquele, uma conversa sem fundo, que não nos levou a lugar nenhum, que não a fez rir, que não mudou o jeito que ela me vê. Uma conversa sem fundamento, sem sentimento, com um tchau rápido.
As vezes é melhor a gente ficar na nossa, sabemos la no fundo a hora de agir, não é preciso forçar as coisas. Sinto então que este momento chegou novamente, o momento em que eu espero ela vir falar comigo, e hoje, exclusivamente, irei ignorá-la. Irei criar uma conversa onde eu estou ocupado demais e com pouco tempo para a conversa fora que ela irá jogar, falarei qualquer coisa só para responder e tchau, não quero falar com você, não hoje, não preciso de você!!
Engraçado, sempre que planejo isso, ela não vem falar comigo, acho que ela sente o que eu sinto.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Sem planos
Não ter um plano já é ter um plano ?
Após o encontro com Patricia tive muitas certezas importantes, como por exemplo que sou uma pessoa importantíssima em sua vida, que meu espaço dentro do coração dela é maior que eu imagino, que ela ainda me olha diferente e esse olhar é apaixonado, é amor! A certeza que eu ainda posso voltar para vida dela me aliviou bastante.
Mas também me fez ficar sem ações nas próximas semanas. Tudo bem que irei viajar, e o distanciamento será obrigatório, mas talvez se estas certezas não fossem concretizadas eu teria que ter um plano, nem que o plano fosse ficar afastado. Agora eu não sei, se converso com ela, se puxo assunto, se deixo como está, se deixo ela vir falar comigo, não sei se deixo ou se me queixo.
Me comprometi primeiramente a ajudá-la com seu regime, e isso vai me fazer usar um tempo do meu dia conversando com ela, só não desejo sufocá-la, quero ver Patricia voar, sem sentir que possui nenhuma amarra comigo, pois realmente não tem. Talvez eu espere ela vir falar comigo. Talvez não. Talvez eu devesse fazer o que me da vontade e esperar que a vontade dela seja a mesma, afinal, sei que sentimos a mesma coisa.
Sei por exemplo que ela queria aquela ligação, aquela conversa. Sei quando Patricia esta mal, quando esta bem. Agora, ela esta maravilhosa, radiante, e talvez pouco precise de mim. Falo isso porque é reciproco, no momento voltei a me focar em outras coisas e penso pouco nisso tudo. Mas eu sei, e ela também, que voltaremos a nos encontrar, e será gostoso, como sempre foi.
Esse "gap" também é bom para ter mais amores e mais amarguras com seu casinho do trabalho. Como disse, Patricia nunca se decepcionou com seu coração, ela precisa disso.
Nos veremos somente daqui 3 semanas, enquanto isso, o "gap" vai cuidar de tudo, o acaso vai ser o guia, e a vontade não reprimida a razão.
Não ter um plano, definitivamente, é planejar.
Após o encontro com Patricia tive muitas certezas importantes, como por exemplo que sou uma pessoa importantíssima em sua vida, que meu espaço dentro do coração dela é maior que eu imagino, que ela ainda me olha diferente e esse olhar é apaixonado, é amor! A certeza que eu ainda posso voltar para vida dela me aliviou bastante.
Mas também me fez ficar sem ações nas próximas semanas. Tudo bem que irei viajar, e o distanciamento será obrigatório, mas talvez se estas certezas não fossem concretizadas eu teria que ter um plano, nem que o plano fosse ficar afastado. Agora eu não sei, se converso com ela, se puxo assunto, se deixo como está, se deixo ela vir falar comigo, não sei se deixo ou se me queixo.
Me comprometi primeiramente a ajudá-la com seu regime, e isso vai me fazer usar um tempo do meu dia conversando com ela, só não desejo sufocá-la, quero ver Patricia voar, sem sentir que possui nenhuma amarra comigo, pois realmente não tem. Talvez eu espere ela vir falar comigo. Talvez não. Talvez eu devesse fazer o que me da vontade e esperar que a vontade dela seja a mesma, afinal, sei que sentimos a mesma coisa.
Sei por exemplo que ela queria aquela ligação, aquela conversa. Sei quando Patricia esta mal, quando esta bem. Agora, ela esta maravilhosa, radiante, e talvez pouco precise de mim. Falo isso porque é reciproco, no momento voltei a me focar em outras coisas e penso pouco nisso tudo. Mas eu sei, e ela também, que voltaremos a nos encontrar, e será gostoso, como sempre foi.
Esse "gap" também é bom para ter mais amores e mais amarguras com seu casinho do trabalho. Como disse, Patricia nunca se decepcionou com seu coração, ela precisa disso.
Nos veremos somente daqui 3 semanas, enquanto isso, o "gap" vai cuidar de tudo, o acaso vai ser o guia, e a vontade não reprimida a razão.
Não ter um plano, definitivamente, é planejar.
domingo, 16 de outubro de 2011
Um bom encontro
Vi Patricia este fim de semana. Assim como previa, foi maravilhoso!
Primeiramente havíamos combinado de sair para correr, algo que sempre gostamos de fazer, porém choveu o dia inteiro em nossa cidade. Mais tarde voltei a conversar com ela, ela disse que estava em dúvida se dormiria ou visitaria sua tia. Disse que iria na casa da Tia. Então propus: " Você iria la mesmo se eu te chamasse para sair ?", e para minha felicidade ela respondeu: "Não, vamos sair". Mais tarde quase que tudo da errado, me ligou dizendo que não tinha roupa para sair, que não iria, insisti, me arrependi em insistir, ela disse que não iria, fiz voz de decepção, ela aceitou ir. Ainda bem que ela aceitou.
Fui busca-la em sua casa, ela estava toda de preto, e seu crocs roxo. Seu cabelo solto estava lindo, definitivamente eu me apaixonaria mais um pouco naquele momento, mesmo que ela tivesse engordado da ultima vez que eu a vi, e ela mesma disse e insistiu nesse tópico, disse assim que ela entrou no carro: "Você esta linda".
Demos uma volta, falamos sobre coisas do cotidiano, as novidades que ela tinha, as novidades que eu tinha, foi bem tranquilo esse trecho, demos risada, como sempre, adoro fazer ela rir. Ela estava tão empolgada que me chamou de amor, acho que nem notou.
Foi quando eu resolvi parar um pouco o carro, queria parar e olhar no rosto dela um pouco. Parei. Falamos mais um pouco sobre qualquer coisa. O assunto foi acabando, mas era nítido que ela não queria ir embora, não tocou nisso em nenhum momento. Foi quando o silêncio veio, mas ela logou irrompeu. Sugeriu que eu estivesse curioso sobre o caso entre ela e Eduardo. Disse que não, e não mesmo, porquê estaria? Você prezado leitor sabe o quanto eu desejo essas experiências em Patricia, e sabe ainda da minha fibra moral para aguentar tudo isso, e continuar a sentir tudo que eu sinto. Ela disse, contou tudo que aconteceu, uma história maluca, Eduardo é maluco! Eles nem mesmo ficaram! Foi engraçado enquanto ela contava, eu fazia ela dar boas risadas sobre tudo, ao mesmo tempo que conseguia tratar o assunto com seriedade, ela disse ainda sobre outro casinho dela. Este último mais importante, para ela, onde ela disse que estava realmente gostando do cara. Disse ainda que ele era um cara legal, bonito, trabalha no mesmo lugar que ela, ele sim é um adversário a altura, porém tem um ponto positivo a meu favor, o cara ainda gosta da sua ex namorada, e trata Patricia como segunda opção. Patricia não é mulher de ser tratada assim, ela não gosta disso, apesar dela gostar do cara, pode abdicar de tudo isso, pois ela quer ser única, e quando coloca alguma coisa na cabeça, ninguém consegue tirar, nem eu (ou consigo?). Ela disse ainda que nunca correria atrás de homem nenhum, foi quando minha cabeça borbulhou e concluiu, mesmo que ela me quisesse de volta, esperaria que eu fosse até ela, nunca me pediria nada. Conforme a conversa avançou concluiu que talvez nem gostasse tanto assim dele, que talvez fosse ela não estava sendo ela mesma, estava só interessada na novidade, no carinho diferente, o cara fez um jantar pra ela, cozinhou, eu nunca fiz isso, mas também nunca tive a oportunidade. Concluiu que talvez todo esse romance fosse invenção da sua cabeça. Ficamos lá conversando um tempo sobre todas essas situações, fui aconselhando, falando tudo que eu pensava sobre as mais diversas situações.
Ela chorou. Ela simplesmente começou a chorar, disse que eu era muito importante pra ela, que eu era seu melhor amigo, uma pessoa que ela podia contar pra qualquer coisa, e que ela tinha cada vez mais certeza disso, disse que gostava de mim, que eu tinha sido a pessoa mais especial na vida dela.Chorava de felicidade segundo ela mesma. Disse ainda que seria difícil ela encontrar alguém como eu (Ahhh um pouco de reconhecimento!). Me elogiou tanto, me abraçou, me deu vários beijos doces no rosto, como foi gostoso.
Por minha parte a todo momento demonstrei-me forte, falei de um casinho que tive, e ela não pareceu querer ouvir outros, diferentemente do que eu costumo fazer, ela não, não estava muito interessada. Mas mostrei o quanto sigo minha vida, e sigo sem ela. Falei de uma boa amiga que me aconselha, falei sobre alguns conselhos que ela deveria ouvir também, e perguntei, se ela tinha alguém para conversar sobre assuntos do coração, uma amizade que ela facilmente podia se abrir. Ela chorou novamente, disse que não, disse que estava amando nossa conversa, como era bom falar sobre tudo, e uma pessoa ouvir, dar sua opiniões, ao invés de qualquer coisa sem fundo de sentimentos como "Desencana, vamos beber". Chorou mais, agradeceu eu ter ligado, ter tirado ela de casa para nos ver. Recebi até uma mordidinha no braço! Disse que fiquei muito em dúvida se eu deveria mesmo ligar, pois ela parecia tão bem sem mim na vida dela, mas ela logo retrucou "Não estou". Durante a conversa aproveitei para deixar claro - Conte comigo. Apesar de eu ser ex-namorado de Patricia, quero ser o cara mais foda que ela conheceu, quero ser a primeira pessoa que ela pensa quando tem problemas, quero que, mesmo que não voltemos um dia, quando ela estiver casada com uma pessoa, e essa pessoa brigar com ela, ela lembre, o Lucas não faria isso, o Lucas era um cara foda e que me respeitava.
Quando já eram quase duas da manhã ela quis ir embora, mas eu queria um abraço, um abraço fora do carro, ali mesmo na praça, onde chovia um pouco, ela veio, e maravilhosamente me deu um abraço. Não sei quanto tempo ficamos ali abraçados, olhamos um pouco nos olhos, voltamos a nos abraçar, ficaríamos ali a noite toda, foi quando apertei mais o abraço e relaxei, acho que ela entendeu como um sinal de "chega". Eu por mim ficaria ali pra sempre naquele abraço, estava tão gostoso, confortável, quente.
Levei ela pra casa, fiz questão de ir bem devagarinho, queria aproveitar aqueles últimos minutinhos, só a verei novamente daqui 3 semanas, sentirei saudades, e espero que ela também.
Na porta da casa dela nos abraçamos novamente, ela me deu beijinhos na bochecha, dei na dela, nos olhamos. Nunca esquecerei esse olhar, ele dizia "Eu sou apaixonada por você, obrigada por tudo", você prezado leitor talvez pense que eu desejei isso, mas não, eu senti isso, dei outro beijinho, um na trave, ela parou, me abraçou, eu não queria tentar beija-la e estragar a noite, dei outro beijo no rosto e me despedi.
Já me apaixonei pela mesma mulher mais de mil vezes, e não me canso.
Primeiramente havíamos combinado de sair para correr, algo que sempre gostamos de fazer, porém choveu o dia inteiro em nossa cidade. Mais tarde voltei a conversar com ela, ela disse que estava em dúvida se dormiria ou visitaria sua tia. Disse que iria na casa da Tia. Então propus: " Você iria la mesmo se eu te chamasse para sair ?", e para minha felicidade ela respondeu: "Não, vamos sair". Mais tarde quase que tudo da errado, me ligou dizendo que não tinha roupa para sair, que não iria, insisti, me arrependi em insistir, ela disse que não iria, fiz voz de decepção, ela aceitou ir. Ainda bem que ela aceitou.
Fui busca-la em sua casa, ela estava toda de preto, e seu crocs roxo. Seu cabelo solto estava lindo, definitivamente eu me apaixonaria mais um pouco naquele momento, mesmo que ela tivesse engordado da ultima vez que eu a vi, e ela mesma disse e insistiu nesse tópico, disse assim que ela entrou no carro: "Você esta linda".
Demos uma volta, falamos sobre coisas do cotidiano, as novidades que ela tinha, as novidades que eu tinha, foi bem tranquilo esse trecho, demos risada, como sempre, adoro fazer ela rir. Ela estava tão empolgada que me chamou de amor, acho que nem notou.
Foi quando eu resolvi parar um pouco o carro, queria parar e olhar no rosto dela um pouco. Parei. Falamos mais um pouco sobre qualquer coisa. O assunto foi acabando, mas era nítido que ela não queria ir embora, não tocou nisso em nenhum momento. Foi quando o silêncio veio, mas ela logou irrompeu. Sugeriu que eu estivesse curioso sobre o caso entre ela e Eduardo. Disse que não, e não mesmo, porquê estaria? Você prezado leitor sabe o quanto eu desejo essas experiências em Patricia, e sabe ainda da minha fibra moral para aguentar tudo isso, e continuar a sentir tudo que eu sinto. Ela disse, contou tudo que aconteceu, uma história maluca, Eduardo é maluco! Eles nem mesmo ficaram! Foi engraçado enquanto ela contava, eu fazia ela dar boas risadas sobre tudo, ao mesmo tempo que conseguia tratar o assunto com seriedade, ela disse ainda sobre outro casinho dela. Este último mais importante, para ela, onde ela disse que estava realmente gostando do cara. Disse ainda que ele era um cara legal, bonito, trabalha no mesmo lugar que ela, ele sim é um adversário a altura, porém tem um ponto positivo a meu favor, o cara ainda gosta da sua ex namorada, e trata Patricia como segunda opção. Patricia não é mulher de ser tratada assim, ela não gosta disso, apesar dela gostar do cara, pode abdicar de tudo isso, pois ela quer ser única, e quando coloca alguma coisa na cabeça, ninguém consegue tirar, nem eu (ou consigo?). Ela disse ainda que nunca correria atrás de homem nenhum, foi quando minha cabeça borbulhou e concluiu, mesmo que ela me quisesse de volta, esperaria que eu fosse até ela, nunca me pediria nada. Conforme a conversa avançou concluiu que talvez nem gostasse tanto assim dele, que talvez fosse ela não estava sendo ela mesma, estava só interessada na novidade, no carinho diferente, o cara fez um jantar pra ela, cozinhou, eu nunca fiz isso, mas também nunca tive a oportunidade. Concluiu que talvez todo esse romance fosse invenção da sua cabeça. Ficamos lá conversando um tempo sobre todas essas situações, fui aconselhando, falando tudo que eu pensava sobre as mais diversas situações.
Ela chorou. Ela simplesmente começou a chorar, disse que eu era muito importante pra ela, que eu era seu melhor amigo, uma pessoa que ela podia contar pra qualquer coisa, e que ela tinha cada vez mais certeza disso, disse que gostava de mim, que eu tinha sido a pessoa mais especial na vida dela.Chorava de felicidade segundo ela mesma. Disse ainda que seria difícil ela encontrar alguém como eu (Ahhh um pouco de reconhecimento!). Me elogiou tanto, me abraçou, me deu vários beijos doces no rosto, como foi gostoso.
Por minha parte a todo momento demonstrei-me forte, falei de um casinho que tive, e ela não pareceu querer ouvir outros, diferentemente do que eu costumo fazer, ela não, não estava muito interessada. Mas mostrei o quanto sigo minha vida, e sigo sem ela. Falei de uma boa amiga que me aconselha, falei sobre alguns conselhos que ela deveria ouvir também, e perguntei, se ela tinha alguém para conversar sobre assuntos do coração, uma amizade que ela facilmente podia se abrir. Ela chorou novamente, disse que não, disse que estava amando nossa conversa, como era bom falar sobre tudo, e uma pessoa ouvir, dar sua opiniões, ao invés de qualquer coisa sem fundo de sentimentos como "Desencana, vamos beber". Chorou mais, agradeceu eu ter ligado, ter tirado ela de casa para nos ver. Recebi até uma mordidinha no braço! Disse que fiquei muito em dúvida se eu deveria mesmo ligar, pois ela parecia tão bem sem mim na vida dela, mas ela logo retrucou "Não estou". Durante a conversa aproveitei para deixar claro - Conte comigo. Apesar de eu ser ex-namorado de Patricia, quero ser o cara mais foda que ela conheceu, quero ser a primeira pessoa que ela pensa quando tem problemas, quero que, mesmo que não voltemos um dia, quando ela estiver casada com uma pessoa, e essa pessoa brigar com ela, ela lembre, o Lucas não faria isso, o Lucas era um cara foda e que me respeitava.
Quando já eram quase duas da manhã ela quis ir embora, mas eu queria um abraço, um abraço fora do carro, ali mesmo na praça, onde chovia um pouco, ela veio, e maravilhosamente me deu um abraço. Não sei quanto tempo ficamos ali abraçados, olhamos um pouco nos olhos, voltamos a nos abraçar, ficaríamos ali a noite toda, foi quando apertei mais o abraço e relaxei, acho que ela entendeu como um sinal de "chega". Eu por mim ficaria ali pra sempre naquele abraço, estava tão gostoso, confortável, quente.
Levei ela pra casa, fiz questão de ir bem devagarinho, queria aproveitar aqueles últimos minutinhos, só a verei novamente daqui 3 semanas, sentirei saudades, e espero que ela também.
Na porta da casa dela nos abraçamos novamente, ela me deu beijinhos na bochecha, dei na dela, nos olhamos. Nunca esquecerei esse olhar, ele dizia "Eu sou apaixonada por você, obrigada por tudo", você prezado leitor talvez pense que eu desejei isso, mas não, eu senti isso, dei outro beijinho, um na trave, ela parou, me abraçou, eu não queria tentar beija-la e estragar a noite, dei outro beijo no rosto e me despedi.
Já me apaixonei pela mesma mulher mais de mil vezes, e não me canso.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Um anjo torto
Realmente vocês mulheres não precisam de nós, homens. Ganharam a liberdade, trabalham fora, o número de mães solteiras só aumenta, podem ter filhos sem nós, renda sem nós e a diversão esta ai noite a dentro, pode escolher o que irá fazer quando o sol cair.
Não, vocês precisam de nós, para apenas uma coisa, sussurrar bem baixo no ouvido o quanto vocês são lindas. Só para isso.
Patricia não era o exemplo de mulher escultural quando a conheci. Estava longe de estampar qualquer capa de revista masculina, ou até mesmo um catálogo qualquer de um supermercado, segurando qualquer produto. Porém ela tinha seus atributos especiais, e o resto deles estavam apenas escondidos sobre toda aquela roupa grande e pouco sensual que ela estava habituada a usar.
Seu rosto era uma ternura rara. Transcendia qualquer coisa que eu havia visto, seu sorriso era discreto e feliz ao mesmo tempo, ou seria discreto e triste? Era Monalisa, era Gioconda na minha frente, não tinha dúvidas.
Patricia era tão insegura, só usava camisetas, nenhum decote, tinha seios de fazer inveja a qualquer mulher, e não aproveitava essa vantagem. Tinha coxas de matar qualquer Panicat, fruto de anos de Ballet, escondidas em calças, mesmo em dias quentes.
Lembro-me de um dos nossos primeiros encontros, já após o primeiro beijo. Estava Sol, muito quente, havíamos combinado de nós encontrar em uma praça perto de nossas casas. Lá estava ela, de camiseta, calça, havaianas, cabelo solto, ouvindo Ipod, sentada no banco da praça. Para uma pessoa em início de relacionamento, eu não sabia se ela não queria chamar minha atenção, fazer-me deseja-la, ou se simplesmente não sabia como fazer. Juro que tenho aquela cena guardada na cabeça. Patricia ainda era gordinha, de modo que isso a incomodava, mas não a mim, porém não posso negar que era. Sabe, aquele dia, aquele dia que qualquer um taxativamente diria que ela era feia, gorda, cabelo desarrumado, eu a amei. Apesar de ter notado tudo isso, beijei-a e esqueci tudo isso, seu abraço me reconfortava, sua conversa me controlava, sua inocência me estimulava. Eu iria sussurrar em seu ouvido, você é linda. Ela não acreditaria, mas eu iria provar.
Outro dia destes marcantes, onde lembro-me muito bem de sua aparência, quando se meu amor tivesse se baseado nisso teria ido pelo ralo, onde qualquer um poderia taxativamente chama-la de feia, foi quando fui a sua apresentação de Ballet. Patricia era Bailarina, e que bailarina! Apesar de 1,70 e de se destacar das outras bailarinas menores, ela tinha uma leveza e sutilidade digna de um Ballet Russo. Lembro-me bem de sua fantasia de Soldadinha de Chumbo, ou seria de Paquita ? Não sei definir, mas acredito que você caro leitor tem um desenho na mente. Ela dançava e sorria, com o peito estufado, nariz empinado, olhando para o fundo da plateia. Girava pulava, na ponta do pé seu Ballet desenhava o meu encanto. Fez outra dança, a dança do Totó. Vestida de Cãozinho, com uma música muito da sensual de fundo fez uma dança solo para um teatro lotado, onde ela lambia a pata, coçava a orelha e balançava o rabinho. Como, porquê, essa mulher não acreditava em seu potencial ? Era a sublime sedução e beleza, e eu a tinha. Quando o espetáculo terminou fomos comer uma pizza com os amigos dela. Patricia estava suada, cansada, cabelo desgranhado, de crocs roxo, com uma roupa grande. Quando eu olhei, me apaixonei novamente, apesar de ter gravado exatamente tudo isso na minha mente, a imagem dela olhando para plateia, vestida de Soldadinho, de cãozinho, era mais nítido. Esse dia fui eu quem a abracei, ela estava cansada, na pizzaria ficou em meus braços, com a cabeça no meu ombro, enquanto eu tentava ganhar os amigos dela. Seu cabelo suado em meu ombro não me incomodava, sua testa com o cabelo grudado era só um pretexto para eu arruma-lo e beija-la.
Patricia, tão incomoda com sua aparência, mal sabia que eu já havia tido oportunidades de acha-la feia. E havia me apaixonado. Em quase 3 anos ouvi diversas vezes "Estou feia?" e todas as vezes respondi - "Está linda".
Não, vocês precisam de nós, para apenas uma coisa, sussurrar bem baixo no ouvido o quanto vocês são lindas. Só para isso.
Patricia não era o exemplo de mulher escultural quando a conheci. Estava longe de estampar qualquer capa de revista masculina, ou até mesmo um catálogo qualquer de um supermercado, segurando qualquer produto. Porém ela tinha seus atributos especiais, e o resto deles estavam apenas escondidos sobre toda aquela roupa grande e pouco sensual que ela estava habituada a usar.
Seu rosto era uma ternura rara. Transcendia qualquer coisa que eu havia visto, seu sorriso era discreto e feliz ao mesmo tempo, ou seria discreto e triste? Era Monalisa, era Gioconda na minha frente, não tinha dúvidas.
Patricia era tão insegura, só usava camisetas, nenhum decote, tinha seios de fazer inveja a qualquer mulher, e não aproveitava essa vantagem. Tinha coxas de matar qualquer Panicat, fruto de anos de Ballet, escondidas em calças, mesmo em dias quentes.
Lembro-me de um dos nossos primeiros encontros, já após o primeiro beijo. Estava Sol, muito quente, havíamos combinado de nós encontrar em uma praça perto de nossas casas. Lá estava ela, de camiseta, calça, havaianas, cabelo solto, ouvindo Ipod, sentada no banco da praça. Para uma pessoa em início de relacionamento, eu não sabia se ela não queria chamar minha atenção, fazer-me deseja-la, ou se simplesmente não sabia como fazer. Juro que tenho aquela cena guardada na cabeça. Patricia ainda era gordinha, de modo que isso a incomodava, mas não a mim, porém não posso negar que era. Sabe, aquele dia, aquele dia que qualquer um taxativamente diria que ela era feia, gorda, cabelo desarrumado, eu a amei. Apesar de ter notado tudo isso, beijei-a e esqueci tudo isso, seu abraço me reconfortava, sua conversa me controlava, sua inocência me estimulava. Eu iria sussurrar em seu ouvido, você é linda. Ela não acreditaria, mas eu iria provar.
Outro dia destes marcantes, onde lembro-me muito bem de sua aparência, quando se meu amor tivesse se baseado nisso teria ido pelo ralo, onde qualquer um poderia taxativamente chama-la de feia, foi quando fui a sua apresentação de Ballet. Patricia era Bailarina, e que bailarina! Apesar de 1,70 e de se destacar das outras bailarinas menores, ela tinha uma leveza e sutilidade digna de um Ballet Russo. Lembro-me bem de sua fantasia de Soldadinha de Chumbo, ou seria de Paquita ? Não sei definir, mas acredito que você caro leitor tem um desenho na mente. Ela dançava e sorria, com o peito estufado, nariz empinado, olhando para o fundo da plateia. Girava pulava, na ponta do pé seu Ballet desenhava o meu encanto. Fez outra dança, a dança do Totó. Vestida de Cãozinho, com uma música muito da sensual de fundo fez uma dança solo para um teatro lotado, onde ela lambia a pata, coçava a orelha e balançava o rabinho. Como, porquê, essa mulher não acreditava em seu potencial ? Era a sublime sedução e beleza, e eu a tinha. Quando o espetáculo terminou fomos comer uma pizza com os amigos dela. Patricia estava suada, cansada, cabelo desgranhado, de crocs roxo, com uma roupa grande. Quando eu olhei, me apaixonei novamente, apesar de ter gravado exatamente tudo isso na minha mente, a imagem dela olhando para plateia, vestida de Soldadinho, de cãozinho, era mais nítido. Esse dia fui eu quem a abracei, ela estava cansada, na pizzaria ficou em meus braços, com a cabeça no meu ombro, enquanto eu tentava ganhar os amigos dela. Seu cabelo suado em meu ombro não me incomodava, sua testa com o cabelo grudado era só um pretexto para eu arruma-lo e beija-la.
Patricia, tão incomoda com sua aparência, mal sabia que eu já havia tido oportunidades de acha-la feia. E havia me apaixonado. Em quase 3 anos ouvi diversas vezes "Estou feia?" e todas as vezes respondi - "Está linda".
Bons Ventos
Havia quase três semanas que não conversava com Patricia. Vamos ser claros, Duas semanas e 4 dias, 18 dias inteiros sem trocar uma palavra com ela. Eu teria passado mais, caso bons ventos não estivessem a assoprar.
Tudo aconteceu quando ela postou qualquer coisa no Facebook, qualquer coisa falando de amor, que depois se arrependeu e deletou. Foi quando eu, pasmem, citei Hitler:
"Uma Mentira repetida cem vezes torna-se uma verdade - Quantas faltam para você conseguir se enganar?"
Patricia parecia muito perdida no campo amoroso, parecia procurar amores e paixões e dar com a cara da parede, não sei, tive a impressão que ela estivesse apenas se repetindo - "Eu não gosto mais do Lucas e posso ser feliz com outra pessoa", para mim ela tentava se enganar.
Logo depois ela colocou algo também sobre amor, agora mais animado, mas sobre como ela já havia decepcionado pessoas que a amaram. Um tempo depois, curtiu minha frase Hitlerista.
Posso ser babaca, cabeça cheia de besteira, mas senti, juro que senti, que ela queria ser lembrada, queria que eu retrucasse, queria saber se eu ainda pensava um pouco nela, se não, não havia motivo para aquilo, ela não precisa curtir o status do ex-namorado, ainda mais um frase pesada daquelas, onde declaradamente o alvo era ela mesma!!
Conclusão: Dois dias depois resolvi ligar para Patricia. Liguei à noite, depois da novela. Quando ela atendeu, ela estava sorrindo, era claro, podia sentir na sua voz uma felicidade, misturada com ansiedade, ela desejava o telefonema mas não esperava por ele. Brinquei, disse que quase havia esquecido como era sua voz, deliciosamente fui retrucado : "Eu nunca esqueceria da sua voz". Foram 15 minutos de conversa, de novidades, superficiais sim, mas novidades, risadas e algo parecido com saudade, daquela que dava para sentir pelo telefone. Ela disse que estava diferente, que havia mudado, insisti em saber porque. Ela na sua mania vil de dizer que estava mesmo diferente, estava feia e gorda. Desafiei, duvidei, quero te ver, esse fim de semana, antes de eu viajar semana que vem. Acho que vamos nos ver. Não irá acontecer nada de espetacular caro leitor, não pra mim, eu, ah, eu pretendo mexer com o coração dela.
Tudo aconteceu quando ela postou qualquer coisa no Facebook, qualquer coisa falando de amor, que depois se arrependeu e deletou. Foi quando eu, pasmem, citei Hitler:
"Uma Mentira repetida cem vezes torna-se uma verdade - Quantas faltam para você conseguir se enganar?"
Patricia parecia muito perdida no campo amoroso, parecia procurar amores e paixões e dar com a cara da parede, não sei, tive a impressão que ela estivesse apenas se repetindo - "Eu não gosto mais do Lucas e posso ser feliz com outra pessoa", para mim ela tentava se enganar.
Logo depois ela colocou algo também sobre amor, agora mais animado, mas sobre como ela já havia decepcionado pessoas que a amaram. Um tempo depois, curtiu minha frase Hitlerista.
Posso ser babaca, cabeça cheia de besteira, mas senti, juro que senti, que ela queria ser lembrada, queria que eu retrucasse, queria saber se eu ainda pensava um pouco nela, se não, não havia motivo para aquilo, ela não precisa curtir o status do ex-namorado, ainda mais um frase pesada daquelas, onde declaradamente o alvo era ela mesma!!
Conclusão: Dois dias depois resolvi ligar para Patricia. Liguei à noite, depois da novela. Quando ela atendeu, ela estava sorrindo, era claro, podia sentir na sua voz uma felicidade, misturada com ansiedade, ela desejava o telefonema mas não esperava por ele. Brinquei, disse que quase havia esquecido como era sua voz, deliciosamente fui retrucado : "Eu nunca esqueceria da sua voz". Foram 15 minutos de conversa, de novidades, superficiais sim, mas novidades, risadas e algo parecido com saudade, daquela que dava para sentir pelo telefone. Ela disse que estava diferente, que havia mudado, insisti em saber porque. Ela na sua mania vil de dizer que estava mesmo diferente, estava feia e gorda. Desafiei, duvidei, quero te ver, esse fim de semana, antes de eu viajar semana que vem. Acho que vamos nos ver. Não irá acontecer nada de espetacular caro leitor, não pra mim, eu, ah, eu pretendo mexer com o coração dela.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Quando tudo para de fazer sentido
Sempre tenha um plano e mantenha-se fiel a ele. É a melhor forma de não se aborrecer, de perder horas do dia pensando besteira, de achar tudo aquilo que pode ou não pode ser.
É claro que eu acompanho a vida de Patricia, as vezes de perto, as vezes de longe, as vezes não deveria. Mas também é fato que as vezes as coisas param de fazer sentido e eu me vejo perdido, o jeito é manter-se fiel ao plano, só.
Patricia havia me convidado para uma festa, com uma semana de antecedência, porém o tempo passou e ela sumiu, não deu mais sinal de vida. E assim estamos até agora, faz uma semana e meia esse limbo. Logo descobri que ela, claro, não foi a festa, mas foi ver outra pessoa, uma pessoa que eu inclusive não gosto nada, pois sempre deu em cima de Patricia, Eduardo.
Não tinha dúvidas, eles haviam ficado, tinham se visto no mesmo fim de semana que ela disse que me encontraria e teve, na verdade, um fim de semana com Eduardo. Mas ai começaram a surgir as dúvidas, ontem pela manhã.
O nick no msn dela: "Volta! :/ Por favor!!" - Achei estranho, não era pra mim, disso eu não tinha dúvidas, mas também não seria para Eduardo, eles se viram no fim de semana... poderia ser? Ou poderia ser para um terceiro ? Quem ? Estranho...
Mais tarde uma foto no Facebook de Patricia. Ela com Eduardo. Pronto, estava ai a prova que eles ficaram, porém a legenda me deixou ainda mais confuso: "Obrigado por tudo". Era uma legenda que você deixaria para um amigo, e não para alguem que você está apaixonada, mas tudo bem, pode ser má interpretação minha.
No Facebook dele a mesma foto, e algo que me deixou muito perturbado. Uma amiga de Eduardo diz: "Que lindo casal!" e ele retruca "casal de amigos!" . Pronto agora eu já não entendia mais nada... Seriam somente amigos mesmo? E aquele nick dela pela manhã?
Mais a noite outro nick no msn de Patricia: "Era tudo mentira! Pra variar!" Do que ela estaria falando ? Como eu sou curioso... gostaria muito de saber, mas será uma eterna dúvida. De volta ao Facebook dela outra mensagem pertubadora: "Porque é tão difícil" ela disse. E agora, o que seria difícil em sua vida?
De olho no Facebook de Eduardo novamente: "Te mandei embora e agora imploro de volta pra mim! s2" - Seria que eles não ficaram naquele final de semana mas agora ele se arrepende? Provável!!
O nick no msn dela antes disso era: "O meu coração que faz tudo errado, não te deu valor, mas tá apaixonado, E agora oq vou fazer!" -Aaah aquilo era pra ele, não tem como negar! Não há motivos para ser para outra pessoa (e aqui caro leitor, gostaria de estar completamente errado.)
E então de volta a Eduardo, mandou outra mensagem, bem próxima daquela de antes. "Pra Sempre! S2" -
Ele parecia animado e feliz, enquanto ela, não, ou ainda não havia manifestado nenhum esboço de alegria, o que estaria acontecendo? Gostaria tanto de saber... Parte como ex-namorado bisbilhoteiro que sou, parte como amigo que prometi que seria, naquela situação que ela se encontra, o que eu poderia fazer? Que conselhos poderia dar?
Há quem diga que minha Ex namorada é doida. E eu, concordo.
É claro que eu acompanho a vida de Patricia, as vezes de perto, as vezes de longe, as vezes não deveria. Mas também é fato que as vezes as coisas param de fazer sentido e eu me vejo perdido, o jeito é manter-se fiel ao plano, só.
Patricia havia me convidado para uma festa, com uma semana de antecedência, porém o tempo passou e ela sumiu, não deu mais sinal de vida. E assim estamos até agora, faz uma semana e meia esse limbo. Logo descobri que ela, claro, não foi a festa, mas foi ver outra pessoa, uma pessoa que eu inclusive não gosto nada, pois sempre deu em cima de Patricia, Eduardo.
Não tinha dúvidas, eles haviam ficado, tinham se visto no mesmo fim de semana que ela disse que me encontraria e teve, na verdade, um fim de semana com Eduardo. Mas ai começaram a surgir as dúvidas, ontem pela manhã.
O nick no msn dela: "Volta! :/ Por favor!!" - Achei estranho, não era pra mim, disso eu não tinha dúvidas, mas também não seria para Eduardo, eles se viram no fim de semana... poderia ser? Ou poderia ser para um terceiro ? Quem ? Estranho...
Mais tarde uma foto no Facebook de Patricia. Ela com Eduardo. Pronto, estava ai a prova que eles ficaram, porém a legenda me deixou ainda mais confuso: "Obrigado por tudo". Era uma legenda que você deixaria para um amigo, e não para alguem que você está apaixonada, mas tudo bem, pode ser má interpretação minha.
No Facebook dele a mesma foto, e algo que me deixou muito perturbado. Uma amiga de Eduardo diz: "Que lindo casal!" e ele retruca "casal de amigos!" . Pronto agora eu já não entendia mais nada... Seriam somente amigos mesmo? E aquele nick dela pela manhã?
Mais a noite outro nick no msn de Patricia: "Era tudo mentira! Pra variar!" Do que ela estaria falando ? Como eu sou curioso... gostaria muito de saber, mas será uma eterna dúvida. De volta ao Facebook dela outra mensagem pertubadora: "Porque é tão difícil" ela disse. E agora, o que seria difícil em sua vida?
De olho no Facebook de Eduardo novamente: "Te mandei embora e agora imploro de volta pra mim! s2" - Seria que eles não ficaram naquele final de semana mas agora ele se arrepende? Provável!!
O nick no msn dela antes disso era: "O meu coração que faz tudo errado, não te deu valor, mas tá apaixonado, E agora oq vou fazer!" -Aaah aquilo era pra ele, não tem como negar! Não há motivos para ser para outra pessoa (e aqui caro leitor, gostaria de estar completamente errado.)
E então de volta a Eduardo, mandou outra mensagem, bem próxima daquela de antes. "Pra Sempre! S2" -
Ele parecia animado e feliz, enquanto ela, não, ou ainda não havia manifestado nenhum esboço de alegria, o que estaria acontecendo? Gostaria tanto de saber... Parte como ex-namorado bisbilhoteiro que sou, parte como amigo que prometi que seria, naquela situação que ela se encontra, o que eu poderia fazer? Que conselhos poderia dar?
Há quem diga que minha Ex namorada é doida. E eu, concordo.
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